terça-feira, 8 de julho de 2014

que futuro será o nosso??? e o deles?

Ás vezes tenho a sensação que estamos a educar imbecis. Desculpem o meu tom rude, mas é a cru que exponho o meu ponto de vista.

"Como raciocinar é algo que pode ser cansativo e que não dá prazer imediato, ...,  e como resultado disto, uma grande massa de jovens alienados e ignorantes, prontos para receber qualquer comandos dos detentores do poder sem questionar nada, ou seja, pão e circo para todos se tornarem bobos e sustentarem déspotas eternamente....
Hoje não há incentivos ao conhecimento, por ele ser mais complicado de adquirir, mas isto em tese, pois a facilidade de adquirir conhecimento atualmente é enorme, mas a preguiça de pensar é mais forte do que a sede pelo saber, fora que o saber, na mente de pessoas incultas, não é algo tão útil e nem é divertido, mas estas pessoas, são condicionadas a ver a vida como um parque de diversão, é só notar como a mídia e outros agentes propagadores de ideias martelam diariamente esta necessidade louca de apenas se divertir, deixando todo o resto para lá, pois não devemos pensar em nenhum momento no futuro, só viver o presente e que se dane planejamento e outras coisas vistas como atraso de vida ou atividades infrutíferas e sem graça."

Ler aqui!

E a verdade é essa mesmo. Levamos os nossos filhos a todo o lado, sem os fazer desenrascar para nada, o resultado é que chegam aos 18 anos e não sabem apanhar um autocarro, comboio, nada!. Deixamos as refeições prontas, não os ensinamos a preparar as refeições. Quando se sentam à mesa acham que a comida caiu do céu. A roupa aparece lavada, dobrada e metida nas gavetas. Nada lhes damos nada para fazerem por eles. Para aprenderem, para fazerem apenas porque sim! Porque a mãe e o pai estiveram a trabalhar todo o dia e as tarefas (todas) têm que ser divididas por todos! A mãe faz o jantar, o puto põe a mesa. E porque não arrumar a cozinha de vez em quando para ver o que custa e para o pais poderem relaxar um pouco. Os nossos putos precisam dobrar a roupa, aprender a passar a ferro, entre outras coisas. E nós, como pais, como educadores, como fabricantes das pessoas do futuro, temos essa obrigação! Pois um dia vamos estar do outro lado, do lado que em precisa que cuidem de nós! E sabem o que vai acontecer? Vai ser "uma seca", vai "dar trabalho" e como eles já olham para nós como alguém que já não lhes dá o que eles querem (não o que eles precisam) vamos sofrer na pele tudo aquilo que não os ensinamos a fazer, apenas e só porque para nós também é "mais fácil" fazermos do que os ensinarmos.
Isto vai-nos custar muito caro um dia.
A minha geração tinha que se desenrascar! Ou aprendíamos a apanhar transportes para ir ter com os amigos ou morríamos de tédio. Os jovens de hoje preferem morrer de tédio.

sábado, 5 de julho de 2014

O meu aniversário

Ontem fiz 36 anos!
É verdade! Embora não me sinta com essa idade, a verdade é que ninguém mos tira.

Cheguei ao trabalho e tinha uma entrega para mim...um bolo feito pela mãe de um dos estagiários que está comigo!!!!!! Há coisa mais querida???



Passei o dia a trabalhar, nãos costumo, mas teve que ser!
O dia todos a receber telefonemas daqueles que me são mais queridos. Amigos, família, até conhecidos me ligaram. Outros mandam sms, outros postam no facebook! Não é diferente de qualquer um de vós.
À tarde, chego a casa e o meu marido tem uma prenda do El Corte Inglés para mim!!! Um saco para o o meu computador! Lindo, rosa e turquesa....a minha cara!!!
Jantar com grandes amigos e descobrir que ela está grávida (depois de um "desgosto" na gravidez anterior) foi uma prenda maravilhosa. Fiquei tão feliz por eles que nem lhe consegui dar os parabéns em condições!!!! Sou uma parva...
Hoje é dia de festança com a família!!!! 20 pessoas numa casa com 30 m2. ADORO!!!!
Vamos ver as prendinhas que me vão trazer!!!
Também me ofereci duas coisitas...tinha que ser:
Dupe da Naked3 da Makeup Revolution

Perfect Blender
Comprei no site da Maquillallia pela primeira vez e adorei experiência. Sem dúvida a repetir! Super eficientes...demorou 2 dias a chegar!!!
Para o ano há mais!!!

sábado, 28 de junho de 2014

Cataplana de marisco com cuscuz



Que faz já muito tempo que não "posto" nada, eu sei.

Mas ontem, apesar de eu estar com uma constipação do caneco (daquelas que nos atiram para a cama sem forças para nada) o meu homem decidiu fazer-me este miminho:

Cataplana de marisco com cuscuz

Esta receita divinal foi retirada daqui
Mas sem seríamos nós se não a alterássemos, nem que seja um niquinho de nada!



INGREDIENTES

CATAPLANA

300g de tamboril - não usei

10 camarões com casca 20/20 - usei antes mistura para a de marisco da marca Continente

30 ml Rum/Brandy - não usei

2 dl de água

1 cebola roxa

1 dente de alho

1 estrela de anis

1 pau de canela

meio limão (casca e sumo)

2 tomates-chucha maduros

20g de funcho - usei antes sementes

1 colher (sobremesa) de caril em pó

meio pimento amarelo

meia malagueta vermelha - não usei porque a L ia comer também e ainda é muito pequenina para coisas tão picantes

50g de natas frescas - usei créme frésh

CUSCUZ

1 chávena (chá) de cuscuz

1 chávena (café) de água a ferver

sal, pimenta, azeite, salsa e limão q.b.



PREPARAÇÃO

1. Descasque os camarões e reserve o miolo no frio

2. Numa panela, salteie as cascas e cabeças, em lume alto, num fio de azeite. Adicione-lhes o rum e flameje; quando evaporar, junte água, um quarto de malagueta e deixe apurar. Coe por passador de rede e reserve o caldo. Fiz antes um caldo ne marisco da Knorr que me pareceu mais prático

3. Corte a cebola em meias-luas finas; retire o gérmen ao alho e pique-o fino. Corte o pimento em cubos pequenos. Numa frigideira larga, salteie os ingredientes num fio de azeite.

4. Retire a pele e as sementes ao tomate e corte-o em cubos. Fatie o funcho. Retire as sementes à malagueta e pique-a.

5. Coloque a cataplana em lume médio com um fio de azeite, adicione os ingredientes anteriores e os pimentos salteados. Deixe cozinhar por dois minutos.

6. Acrescente o pau de canela, o anis, o caril, sal e o caldo do camarão. Tape e deixe apurar durante 30 minutos; a meio tempo, retire o pau de canela e o anis.

7. Coloque o cuscuz, temperado com sal e pimenta, numa taça larga. Cubra com água a ferver e tempere com azeite e salsa. Deixe absorver durante 5 minutos.

8. Solte-os com um garfo, coloque-os numa taça e adicione as raspas de limão.

9. Quando os legumes estiverem macios, junte as natas.

10. Tape a cataplana e deixe cozinhar por 3 minutos. Sirva.

E cá está o resultado:
Antes

Depois
Foi TUDINHO!!!!
Bom apetite

quinta-feira, 5 de junho de 2014

O silêncio é diferente para todos

o silêncio é um dos maiores privilégios que temos. e, curiosamente, a maioria das pessoas evita-o a todo o custo. nunca percebi porquê. para mim, é no silêncio que nos encontramos: quando todo o ruído baixa, quando ficamos sós, apenas com o que ouvimos cá dentro, entre a cabeça e a alma. sozinhos ou acompanhados, é no silêncio que se chega ao estado puro. por isso, quem foge do silêncio apenas foge de si próprio. eu, todos os dias preciso do meu silêncio: no primeiro banho do dia, no café da manhã - com o vício bom que ganhei, de pousar lentamente a chávena no meio dos pés, quase yoga -, a meio do dia, enquanto leio o jornal, ou ao fim do dia, ainda no trânsito, quando o silêncio dentro do carro se contrapõe ao barulho lá fora. ou apenas quando chego a casa, e volto ao canto do café. eu, e a minha chávena, apenas. em silêncio. porque, como nesta música, às vezes é preciso tirar os instrumentos, os sons a mais, para poder ouvir o conteúdo. na vida também é assim. só quando paramos, em silêncio, temos espaço para ver o essencial: apenas a letra - a história, os gestos. as atitudes.

quando se está com quem se quer também tem de haver silêncios. são mais que necessário. para ouvir, junto, para além do ruído dos dias. os famosos silêncios incómodos são apenas o maior sinal que algo vai mal. porque o silêncio, quando é bem resolvido, é sempre bom. como quando vais ali ao lado no carro e apenas me olhas, pousas a tua mão na minha perna, e te ris em silêncio. ou no escritório, quando paras um segundo o teu trabalho e me olhas no meu. e apenas te ris. ou no meio da rua de calçada, quando te deixas cair no meus braços a olhar o céu da noite, e apenas apontas para a lua - e não precisas dizer mais nada. ou quando finalmente sossegas no nosso quarto, aninhada em mim, e apenas respiras fundo. em silêncio.
e depois há o silêncio do mundo. quando ficamos a sós - sozinhos. naquelas horas em que acordamos a meio da noite e já não há ninguém acordado, nem música, nem carros na rua. aquelas horas que já são tarde para telefonar, para mandar uma mensagem, para comunicar. como ontem, quando acordei de um sonho bom. tão bom, que não quis adormecer logo. soube bem sair de casa, dar uma caminhada à volta do bairro, e continuar a viver o sonho. sentir o cheiro das arvores à noite, a brisa morna no chão, ainda molhado da chuva de há pouco. e naquele silêncio, poder continuar a ouvir-te a sorrir no sonho. e ouvir a M., bonita, aos pulos, a correr para os teus braços. andei por ali, a divagar - devagar - sobre a relva, e a continuar a ver-nos. estávamos deitados ao sol, no jardim grande. os três, embrulhados. abraçados. ficamos ali horas: ela no meio de nós, adormecida, e tu do outro lado, com aquele teu olhar de orgulho no meu. a rir. em silêncio.   

Texto copiado daqui

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Casados durante 70 anos morreram com 15 horas de diferença

Um casal norte-americanos viveu inseparável durante 70 anos. Morreram, aos 92 anos, com 15 horas de diferença. Primeiro Helen, depois o marido, Kenneth. "Ele não a queria deixar cá sozinha", contam os oito filhos do casal.
Casados durante 70 anos morreram com 15 horas de diferença
Helen e Kenneth
"Sabíamos que, quando fosse um, o outro iria a seguir", explica uma das filhas, Linda. Quando Kenneth ouviu a notícia de que Helen tinha morrido prostrou-se na cama e esperou por morrer. "Começou a ir embora aos poucos", diz Linda.
Susan, outra das filhas, diz que a família se juntou para passar as últimas horas com Keneth. "Éramos 24 das pessoas que mais o amavam e ficámos a ler as suas escrituras preferidas e a cantar hinos religiosos", contou Susan.
Helen Felumlee tinha 92 anos e morreu numa noite de sexta-feira, 11 de abril. O marido, Kenneth Felumlee, deu o último suspiro na manhã de sábado, 12.
O casal conheceu-se na cidade americana de Newport, em 1944. Kenneth estava a quatro dias de fazer 21 anos, idade legal a partir da qual era permitido casar no Estado. "Ele não quis esperar", explicou o filho Jim. Por isso, decidiram viajar de comboio até um Estado vizinho, no qual era possível casarem.
Depois de os oito filhos estarem crescidos, Helen e Kenneth viajaram pelos EUA, visitaram todos os estados, à exceção do Havai e do Alasca. "Ele não gostava de voar... Dizia que do avião não via a terra a passar e que lhe ficava a faltar a sensação de viagem", diz Jim.

Fonte: jn

EU TAMBÉM QUERIA PARTIR ASSIM!

domingo, 25 de maio de 2014

terça-feira, 13 de maio de 2014

sobrancelhas perfeitas


Uma das primeiras coisas que as pessoas notam quando olham para nós são os olhos e as sobrancelhas. Estas são a moldura dos nossos olhos. Te-las impecáveis parece uma tarefa impossível. Podem fazer os olhos parecerem maiores e o rosto mais jove, mas o contrários também é possível se não forem bem feitas as coisas.
Descobre em baixo como deves fazer.